Título

Título..

O título parece ser uma coisa tão simples, mas na verdade é mais complexo do que se imagina.

Uma coisa não é fácil apenas pelo seu "extensão", mas sim pelo contexto como um todo. E é aí que o título aparece.

Ele é a porta de entrada para o leitor. Se não for no mínimo interessante, então pode não agradar seu público. E é nele que temos, em poucas palavras, o assunto do texto como um todo. Ou seja, o título nada mais é do que uma palavra-chave do assunto, diga-se assim.

Muitas vezes, pensamos que isso é consequência, que é fácil. Mas sempre me pego gastando algum tempo pensando num título decente para meus escritos. Aliás, hoje, sem querer, percebi que neste blog já tenho dois posts com quase os mesmos títutos. Mídia ou política e Mídia ou o povo. Isso mesmo...Os dois, se não me engano, foram feitos correndo. Não tinha muita idéia pra eles e ficaram assim.

Pois é, minha gente. O título, sem dúvida, é tão importante como o corpo do texto. De agora em diante, vou treinar mais esta lição. Só que como estou com pressa, por enquanto fica Título mesmo.



Escrito por Cyborg L² S2 às 15h08
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A mídia ou o povo?

Baseando no comentário da Aline, no último post, resolvi colocar em questão se, como ela disse, a mídia deveria ser menos sensacionalista e pouco mais educativa.

É válido questionar até onde a mídia é educativa e quão sensacionalista ela é. Nos últimos tempos ela vem se mostrando cada vez mais abusada e desestimulada para com a verdade, se adequando aos padrões do capitalismo, o qual não vem a ser exclusividade do Brasil.

No entanto, é importante ressaltar o esforço da população em busca de seus anseios em relação à mídia. Será que todos fazem seus devidos papéis neste sentido? A mídia é realmente sensacionalista porquê quer ou pelo simples fato de que, assim, terá um retorno ($$) rápido e eficaz garantido?

Quantas vezes foi possível acompanhar um protesto contra a banalização dos meios-de-comunicação? Não vale citar como exemplo a greve de fome do nosso pobre Sr. Garotinho. Acredito que na história do Brasil, dificilmente houve histórias assim. Pelo menos não me lembro muito bem de nenhuma. Ninguém está interessado em qualidade das informações. É da natureza do brasileiro se interessar pelo pior. Para nós, já não basta mais termos acessos apenas às notícias, diga-se, puras, sem "vida".

O ponto-chave que quero chegar é se a culpa deve ser atribuída apenas à mídia, e não, também, ao povo, que nada faz para maiores mudanças. Reclamar, todos reclamam. Mas garanto que na hora do Big Brother todos não preferem o silêncio.



Escrito por Cyborg L² S2 às 13h44
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