Maconha: de vilã a heroína
Conhecida há 5 mil anos por seu uso medicinal e religioso, a maconha sempre foi uma droga divisora de opiniões. Se, por um lado, há quem diga que ela é responsável pela entrada no mundo das drogas, outros já discordam e alegam seus variados efeitos benéficos para a saúde. O fato é que a maconha gera controvérsias, seja por falta de estudos, que só recentemente vêm sendo realizados mais afundos, ou pela própria ignorância de toda a população que ainda preferir vê-la com olhos tortos.
Apesar de ilícita na maioria das nações, a maconha é a droga mais popular entre os jovens. Alguns países, no entanto, já legalizaram o uso com algumas restrições. Na Holanda, por exemplo, seu uso é legalizado nos bares específicos para o consumo e a compra por pessoa é limitada. Em algum estados dos Estados Unidos, no Canadá, o consumo é permitido para fins medicinais, especialmente para pacientes de quimioterapia, uma vez que o tetrahidrocannabinol - THC (princípio ativo da erva responsável pelos efeitos) ajuda a aliviar a dor que o tratamento causa, além de quem sofre de perda de apetite. Nesses dois países, o usuário recebe sementes para plantar e consumir. Já na Suiça e outros países europeus, seu uso é descriminalizado, ou seja, não é permitido que você saia fumando um baseado no meio da rua, mas, caso o faça, não será punido. Na Jamaica, apesar de poucos saberem, seu uso é ilegal. Mas como o a religão Rastafari a tem como erva sagrada, é tolerada. Por isso, não é tão comum ver pessoas fumando no meio da rua na ilha.
O consumo restrito talvez seja a forma mais correta de tolerar qualquer tipo de droga, incluindo o tabaco e o álcool - responsáveis por mais de meio milhão de mortes anuais nos EUA.
Outro ponto que gera muita discussão nessa questão, é se a maconha vicia ou não. Em recentes estudos realizados, foi comprovado que as chances de alguém se tornar alcoólatra é maior do que viciado na erva. O caso do tabaco, portanto, dispensa comentário. A maconha, por si só, pode gerar um vício psicológico - aquele que o usuário sente vontade, mas consegue se controlar. Além disso, a afirmação de que a erva é a porta de entrada para outras drogas não é válida. O que costuma acontecer é que, por seu ilegal, a maconha é encontrada apenas por meio de tráfico, que, por sua vez, é associado não apenas à ela, mas também às outras drogas, como cocaína e crack. Daí a facilidade de experimentar outras drogas. No entanto, isso varia de pessoa para pessoa. Quem quer, acha!
Dentre as diversas drogas existentes - incluindo aí o álcool e tabaco- , a maconha é a que causa menos danos aos seus usuários. Os efeitos que a droga causa podem variar de acordo com cada um. Mas, em geral diminuição nos sentidos, perda de noção do tempo, aumento da concentração em alguns casos, além do aumento do apetite- conhecido como "larica" são os mais comuns. Mesmo assim, nunca é demais tomar as devidas precauções. Ser menos causadora de danos não significa que ela não faz mal algum. A fumaça contida nos baseados - cigarros de maconha - contém substâncias cancerígenas, principalmente por não ter nenhum filtro por onde se possa tragar, além de danificar os pulmões e a voz dos usuários.
No Brasil, a maconha normalmente é encontrada "prensada" (vide foto) e misturada com substâncias químicas para que possa render mais dinheiro aos traficantes. Em outros países, entretanto, ela pode ser encontrada na forma "natural" e de várias espécies, inclusive as que são produzidas em laboratórios e que contêm maior poder de efeito - as híbridas. Por ser fácil de se cultivar, a erva é encontrada em todo o mundo e, além de maconha, é chamada de bhang, sensimilla, haxixe, erva, cannabis, entre outros.

Três tijolinhos de maconha prensada e um baseado em cima
Escrito por Cyborg L² S2 às 03h10
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Quanto tempo...
Nossa, só hoje percebi quanto tempo não posto por aqui!!! Quase três meses.
E não tem motivo pra não ter postado, acho que desanimei um pouco, mas de qualquer forma, agora que não estou mais estagiando, vou dedicar mais meu tempo pra escrever, treinar isso. Só não posso é fica parado, afinal, acho que todo jornalista, no mínimo, deve escrever bem. Veja bem que isso não é nenhum estereótipo, afinal, pra que ser professor se não se sabe ensinar? Ou então publicitário, se a criatividade é ausente?
Hoje o post vai ser mais curto, não tenho muito o que falar. Deixarei pra uma próxima ocasião. Assunto eu tenho de monte, só que agora me falta vontade. Então, fico por aqui ;),
Cyborg
Escrito por Cyborg L² S2 às 00h01
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A farsa do Código da Vinci
Após muito alvoroço em torno do lançamento do filme, semana passada finalmente chegou ao Brasil O Código da Vinci, baseado no livro homônimo de Dan Brown. Este último muito bom, por sinal! Digo este último, porque hoje resolvi ir ao cinema assisti-lo e, pra minha surpresa, assim como para a da maioria também, percebi que deixou muito a desejar em relação ao livro. Todo o clima de suspense e dúvida, ora presente durante a leitura, deu lugar a uma certeza de que a história nada mais é do que apenas um suspense vago e sem fundamentos, além de ser muito complexo para os que ainda não passaram o tempo nas mais de 200 páginas (acho que é isso mesmo).
No entanto, não foi tempo perdido. O filme não deixa de ser legal, nem nada. O problema é que esperava-se muito para uma história que gerou tamanha polêmica por todo o mundo. E continua gerando, já que a igreja, além de ter feito de tudo para proibir (ou pelo menos atrasar a estréia) sua exibição, continua contradizendo o autor.
O assunto que, sem dúvida, gera mais discussão, é se o

que Dan Brown escreveu é verdade, e até que ponto. As críticas à posição da igreja perante Jesus Cristo, Maria Madalena, além das posições que algumas instituições a ela ligada tomam, são os assuntos protagonizantes. Mas, na minha opinião, nem tudo é verdadeiro. Claro que, sem dúvida, há alguma verdade no conteúdo, principalmente no que diz respeito ao paganismo. Porque já estudei um pouco (mas bem pouco mesmo) sobre este tema e vi toda a sua filosofia. Além disso, concordo com a hipocrisia católica abrangida. Mas, acredito que houve muita exarcebação nos pontos de vista do autor. Não sei se ele é ateu ou apenas contrário à igreja (aliás, eu me encaixo neste último caso), só que servir de catalizador para supostas mentiras ou verdades, da forma com que o livro serviu, não é a melhor forma de informas às pessoas. Ora, suposições sempre existem, e, pra mim, elas devem ser evitadas em qualquer ocasião. Ou é 8 ou 80.
Se, pelo menos, no livro constasse que a história não passa de um suspense inocente, tudo bem. Agora, deixar no ar esta dúvida, não concordo. As pessoas gostam mesmo é de procurar agulha no palheiro. O autor, então...
Moral da história: Não deixe de ler o livro nem assistir ao filme, mas o fato é que pelo segundo a gente pode não a mesma "pregação" do livro. Em outras palavras, o livro é mais interessante e duvidoso.
Escrito por Cyborg L² S2 às 01h11
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O papel da mídia no banditismo
Medo! É a única palavra que se traduz a atuação situação do estado de São Paulo. Estado este afogado na violência- não apenas a violência cotidiana, mas agora sob o terrorismo da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).
São Paulo é "apenas" o estado mais rico do Brasil. É lá onde tudo acontece: cultura, economia, política e, sim, a violência. Agora o medo não é mais questão exclusivamente carioca. Ele se espalhou para um local em que a segurança deveria ser prioridade, já que tem uma economia tão relevante . Na teoria seria isso! Mas a prática se mostrou mais difícil do que se imaginava.
O clima está tenso. As pequenas e médias cidades do interior já não são mais as mesmas. O comércio teve que ser fechado mais cedo. A serenidade deu lugar ao caos. É um corre-corre de dar desespero. E na capital é ainda pior que isso. Uma guerra urbana está lançada!
A imagem é rotineira: encarcerados exibem seus rostos, com feições de raiva, desgosto, de orgulho de terem, pelo menos alguma vez, a mídia toda voltada para seus interesses. É isso aí, a política nacional foi deixada em segundo plano. O que mais interessa agora são as notícias mais atuais da bandidagem generalizada. O velho e bom Lula deu lugar a Marcola, líder da facção criminosa que declarou guerra contra a polícia paulista.
Se tudo isso foi apenas uma busca de auto-afirmação na sociedade através da mídia, o PCC já conseguiu. A novela já deveria ter acabado. No entanto, o buraco é mais embaixo. A mídia, como intermediária entre os bandidos e a sociedade, deveria abrir menos espaço para este tipo de notícia. No fim das contas, isso só acaba gerando fofocas duvidosas e, muitas vezes, resulta em um pânico maior.
Na época em que o apogeu da violência era o sequestro, foi provado que a maior influência dos sequestradores era a mídia. Ou seja, quanto mais se publicava sobre este tipo de crime, maior era sua incidência. E vice-versa. Acabaram as notícias de sequestro, esta taxa diminuiu. Em outras palavras, o crime é bastante influenciado pela mídia. O ladrão gosta de aparecer nas páginas principais, ser entrevistado, ter lá seus 15 minutos de fama. E é isso que deveríamos evitar: dar valor nesse vagabundos que nos metem tanto medo!
Agora, realmente falta uma melhor estruturação na polícia de Brasil inteiro e, principalmente, na conhecida como a melhor do Brasil, a de São Paulo. Acorda Brasil! Acorda mídia. Vamos lutar por um país melhor, vamo ser mais solidários com quem merece. Vamos lutar por educação, saúde e outras coisas que valham mais a pena. Vamos ser menos banais.
Escrito por Cyborg L² S2 às 20h18
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Título
Título..
O título parece ser uma coisa tão simples, mas na verdade é mais complexo do que se imagina.
Uma coisa não é fácil apenas pelo seu "extensão", mas sim pelo contexto como um todo. E é aí que o título aparece.
Ele é a porta de entrada para o leitor. Se não for no mínimo interessante, então pode não agradar seu público. E é nele que temos, em poucas palavras, o assunto do texto como um todo. Ou seja, o título nada mais é do que uma palavra-chave do assunto, diga-se assim.
Muitas vezes, pensamos que isso é consequência, que é fácil. Mas sempre me pego gastando algum tempo pensando num título decente para meus escritos. Aliás, hoje, sem querer, percebi que neste blog já tenho dois posts com quase os mesmos títutos. Mídia ou política e Mídia ou o povo. Isso mesmo...Os dois, se não me engano, foram feitos correndo. Não tinha muita idéia pra eles e ficaram assim.
Pois é, minha gente. O título, sem dúvida, é tão importante como o corpo do texto. De agora em diante, vou treinar mais esta lição. Só que como estou com pressa, por enquanto fica Título mesmo.
Escrito por Cyborg L² S2 às 15h08
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A mídia ou o povo?
Baseando no comentário da Aline, no último post, resolvi colocar em questão se, como ela disse, a mídia deveria ser menos sensacionalista e pouco mais educativa.
É válido questionar até onde a mídia é educativa e quão sensacionalista ela é. Nos últimos tempos ela vem se mostrando cada vez mais abusada e desestimulada para com a verdade, se adequando aos padrões do capitalismo, o qual não vem a ser exclusividade do Brasil.
No entanto, é importante ressaltar o esforço da população em busca de seus anseios em relação à mídia. Será que todos fazem seus devidos papéis neste sentido? A mídia é realmente sensacionalista porquê quer ou pelo simples fato de que, assim, terá um retorno ($$) rápido e eficaz garantido?
Quantas vezes foi possível acompanhar um protesto contra a banalização dos meios-de-comunicação? Não vale citar como exemplo a greve de fome do nosso pobre Sr. Garotinho. Acredito que na história do Brasil, dificilmente houve histórias assim. Pelo menos não me lembro muito bem de nenhuma. Ninguém está interessado em qualidade das informações. É da natureza do brasileiro se interessar pelo pior. Para nós, já não basta mais termos acessos apenas às notícias, diga-se, puras, sem "vida".
O ponto-chave que quero chegar é se a culpa deve ser atribuída apenas à mídia, e não, também, ao povo, que nada faz para maiores mudanças. Reclamar, todos reclamam. Mas garanto que na hora do Big Brother todos não preferem o silêncio.
Escrito por Cyborg L² S2 às 13h44
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DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA!!!
Isso mesmo...
HJ É O DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA. PELO MENOS TEORICAMENTE! GARANTO QUE NGM SABIA. NEM EU SABIA!
PARABÉNS PRA TODAS AS DEMOCRACIAS TRANSPARENTES DO MUNDO!!!
EBAAAAAAAAA
www.worldpressfreedomday.org. VISITEM, VALE A PENA. MAS É EM INGLÊS!!!
Escrito por Cyborg L² S2 às 15h56
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Garotinho já perdeu 1,3 kg desde o início de greve de fome
da Folha Online
O pré-candidato do PMDB à Presidência da República, Anthony Garotinho, perdeu cerca de 1,3 kg com 42 horas completadas de greve de fome. O novo boletim médico divulgado hoje não registra alterações significativas no estado de saúde do ex-governador do Rio, que está com 88,6 kg ante os 89,9 kg pesados do final de domingo.
Na segunda-feira, o médico Abdu Neme, que acompanha o presidenciável, registrou que Garotinho havia sofrido uma perda de 700 gramas entre domingo e segunda-feira e que se mantinha lúcido e sem febre. O exame coronário mostrou que ele apresentou "ritmo cardíaco regular em dois tempos; sem sopros, sem atritos, sem arritmias".
Garotinho afirma que sofre perseguição da mídia, do sistema financeiro e do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Disse ainda que suas "posições cristãs e éticas" vêm sendo ridicularizadas. Ele é evangélico.
O presidenciável do PMDB afirma que somente suspende seu "protesto" sob duas condições: a supervisão internacional das eleições brasileiras e a cessão de espaço em veículos de comunicação para que "a população possa conhecer a verdade dos fatos".
Ele tem recebido a visita de membros de sua família, normalmente sua esposa, a governadora do Rio, Rosa Garotinho, além de políticos e representantes de entidades civis. (http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u78106.shtml)
A mídia ou os políticos?
Mais uma vez, nossos políticos se tornam as pobres vítimas de uma novela que parece nunca acabar. Mas dessa vez, a vilã é a própria mídia. A mesma que, meses atrás, "salvou" os brasileiros de ministros corruptos!
Será que a mídia é tão sensacionalista assim a ponto de colocar em risco a situação do próprio país? No caso de Garotinho, a resposta seria afirmativa. Nosso ex-prefeito da cidade maravilhosa e pastor, diz estar sendo perseguido pelos meios-de-comunicação, que, por suas vezes, difamam sua pessoa. Resultado: apelou para a greve de fome. Como se, assim, as notícias não dessem uma ênfase maior pra este papel ridículo. O mesmo, aliás, que um padre do interior da Bahia (se não me engano) fez quando o governo federal ainda negociava sobre a transposição do São Francisco. Neste caso, adiantou, pois Lula resolveu adiar a decisão e dialogar com mais calma tal obra.
Mas, fazer greve de fome pelo fato de se sentir perseguido pela mídia e pela atual situação política do país já é hipocrisia. Ou melhor, hipocrisia não. Marketing! Ora, o coitado do Garotinho está morrendo de fome em pleno ano eleitoral. haha!! E a Rosa Garotinho que se cuide...
Pura balela!!!
Agora duas perguntas: A mídia realmente é de toda culpada pelas aberrações que vemos nas capas de jornais, revistas, nas telas da TV, etc? Ou nossos políticos são tão bem comportados que nem merecem destaque? Assunto pra outro post.
E pra finalizar, ainda do mesmo site, vai a enquete:
01/05/2006 - 15h55
A greve de fome de Garotinho
Você concorda com a decisão do ex-governador do Rio Anthony Garotinho de fazer greve de fome para protestar contra uma suposta perseguição política?
Escrito por Cyborg L² S2 às 15h54
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E o tempo não pára...
Como já dizia a velha frase daquela música cantada por Cazuza (estou certo?), o tempo não pára.
E é verdade. Parece que (especialmente) depois dos 18 anos, o tempo voa. A gente só dá conta muito tempo depois. Parece que ontem eu estava completando meus 18 anos, longe dos meus pais, na maior agonia. Mas não! Já se passaram 2 anos e meio praticamente e eu nem percebi.
Ouvi boatos de que o tempo vem diminuindo a quantidade real de horas por dia. Disseram que hoje vivemos sob, apenas, 16 horas. Agora não me pergunte como isso é possível. Nada mais são do que aquelas velhas teorias conspiratórias. Mas pensando bem, percebo que o tempo não está passando rápido só pra mim. Até os que têm menos de 18 anos concordam quando digo isto. Está mesmo ocorrendo uma mudança no tempo? De qualquer forma, essa velocidade não é de toda ruim, principalmente aos mais apressadinhos de plantão, que não sabem esperar as coisas na hora certa. Tudo bem, sou assim às vezes mesmo...
Até esse blog já existe há quase uma semana. Parece que foi ontem!!! Como o tempo passa...
Acho que escrevo aqui pela primeira vez direto da minha casa. Não sei porque digo isto. Às vezes tenho a impressão de que em minha casa não tenho inspiração. Ou melhor, as coisas aqui não deixam eu ter. Todo tempo livre eu fico no computador. Se não, leio alguma coisa. Aliás, tenho muita coisa pra ler. As embaixadas me mandaram bastante material e tenho q ler. Estou quase acabando o livro da Suiça.
Sim, sou apaixonado pelo exterior!
Bom, mas paro por aqui. 03:20 da matina, domingo, véspera de feriado, seria melhor eu estar na rua, em algum bar, na casa da namorada, sei lá. Mas tudo bem, todo mundo dorme por este horário. Eu também vou nessa.
E como o assunto foi o tempo...parece que ele realmente é o melhor remédio pra tudo. TUDO! Seja de bom ou de ruim! E me provou isso hoje. Só que não é assunto pra vocês! hehehe.
Tenham um ótimo feriado.
Cyborg.
Já ia me esquecendo! Acho que não expliquei o porque desse nick, certo? Pois saibam que tirei, pra varia, de uma banda de EBM chamada Cyborg Attack. Achei legal o nome, apesar de não saber ao certo o significado de cyborg. O resto é segredo!
Escrito por Cyborg L² S2 às 03h26
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Sem tempo...
O tempo agora tá difícil.
Vai se difícil escrever essa semana, mas vou tentar. Pelo menos até segunda!
Desculpem, mas eu volto!
Escrito por Cyborg L² S2 às 13h46
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Vida difícil
Como é difícil algumas pessoas se submeterem à atual forma em que a sociedade trabalha.
Estou cansado deste mundo de estereótipos e falso moralismo, hipocrisia, e tudo o que há de ruim por aí. Muita gnt acha que as pessoas devem seguir o modo de vida de 30 anos atrás. Casar virgem, não ficar, etc. Tudo balela. Por que será que existem cabeças pra isso? Será que estas pessoas não vêem que o mundo de hoje mudou muito?
Ahnn, não to com cabeça pra escrever. Depois conto tudo! hehehe
Escrito por Cyborg L² S2 às 00h16
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Sono...
Nossa, alguém aí sabe algum remédio pra sono? Hj to acabado!!!
Depois venho postar alguma coisa aqui, afinal amanhã é feriado. Agora não dá tempo :/
Escrito por Cyborg L² S2 às 14h00
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E o público, cadê?
É, e minha busca por um público alvo ainda continua!!! hehehe.
Mas pensando bem, pode ser que meus posts estão muito extensos, e isso, às vezes, causa uma certa "fuga" de quem entra. Se eu colocar fotos, coisas mais a ver, talvez ajude. Tudo é uma questão de tempo, e agora pra mim fica complicado, porque tenho provas nessas duas semanas. Enfim, em breve vou dar uma mudada na cara deste blog. Alguém tem alguma sugestão?
Por hoje creio não ter muito o que falar. A verdade é que desencanei de ficar pensando o dia todo nisso aqui, apesar que ainda é muito cedo pra desistir (e eu não vou desistir!). Gostaria de saber como que faço pra colocar templates personalizados. As vezes navego pelos blogs da vida e vejo uns bem legais. Só não tenho idéia de como faço pra colocar aqui...ainda!
Bom, acho que vou parar por aqui, porque corro o risco de ser pego pelo meu chefe no flagra, e acho que nem ele quero que saiba desta existência virtual. E, claro, prefiro não levar nenhuma bronca também, igual àquela em que ele me pegou, em cheio, no orkut. Nem tempo pra disfarçar deu. Tive que escutar coisas assim: "Não me desaponte não"... É, acho melhor eu respeitar. Mesmo não sendo o trabalho (ou estágio, como preferirem) que gosto!
Escrito por Cyborg L² S2 às 13h21
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Título?
Título? Mas o que colocar se nem eu sei bem ainda sobre o que falar hoje!?
É, as vezes existe tanto assunto que fica até difícil escolher um específico. Acredito que durante a noite, um pouco antes de cada ser deixar ser levado pelo sono, é, tipo, a "hora das idéias". Parece que a cada segundo que se passa milhões de idéias vêm à cabeça. E comigo é assim: a cada uma destas idéias, parece que já tenho os textos formados sobre elas mentalmente. De um jeito até bonitinho; sem ter que me preocupar com repetições, concordâncias etc. Seria perfeito se houvesse um editor de texto capaz de ler a mente das pessoas. Infelizmente não existe! Logo, eu ainda tenho que utilizar da força física dos meus dedos e das "dificuldades" cotidianas pra poder me concentrar e botar no papel minhas idéias. O problema é que até eu me concentrar única e exclusivamente nisto, minha cabeça já está tomada por outras coisas. Mas quem sabe num futuro próxima já não possamos utilizar de tal editor de texto mental!?
Digo isto porque ontem tinha tantos assuntos pra colocar aqui hoje, e agora, todos se foram. Chega a ser até engraçado. Tenho certeza que daqui uns 20 minutos virá alguma coisa que fará eu pensar "Nossa porque eu não coloquei aquilo lá?".
Talvez o blog ajude a recuperar estas idéias, diga-se, temporais, que vão e vêm como num piscar de olhos. Assim, eu posso deitar pra dormir até que o "assunto" chegue, daí formo ele mentalmente e corro pro computador registrando-o aqui. Claro que não sairá do jeito que era enquanto deitado, mas o intuito é apenas registrar mesmo, pois outro dia posso lê-lo e, de repente, ter outra uma opinião diferente, ou até ter a mesma, só que reforçada. Entendem? Em outras palavras, ele pode, também, servir como diário (o que de fato o é) de idéias, sejam elas temporais ou "definidas". Idéias que eu posso ou não continuar concordando num tempo posterior ao aqui postado.
Mudando um pouco de assunto, uma coisa que ainda não pensei é quem será meu público alvo? Complicado esta pergunta, já que nem pros meus amigos, namorada, familiares nem nada penso em divulgar. A única saída que acredito ser, é divulgar pela internet afora mesmo. Talvez isso funcione no começo, até eu ter meus leitores mais "fiéis". Por que é deles que eu preciso! Não apenas de números. Quero pessoas que gostem de ler o que escrevo e vice-versa.
Enfim, acho que já prolonguei demais. Espero não perder esse texto igual aconteceu ontem. Sim, eu esqueci de colocar uma observação que havia pensado antes de reescrever o texto publicado ontem. O primeiro havia ficado maior, creio, mas no entando, ao publicar, tive problemas aqui e ele acabou se perdendo. Resultado: quase desisti disso aqui.
Outra hora escrevo mais. Talvez hoje mesmo, não sei. Semana de prova é complicado....
Escrito por Cyborg L² S2 às 13h52
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Living in the Underground...
Bom, resolvi voltar às atividades bloguísticas depois de estar por fora desta área por quase três anos, época em que micuinhas e panelinhas reinavam sobre os "webloggers" da vida. Claro que agora com pretenções diferentes, afinal a cabeça muda com o tempo. Em 2003 eu me via, não com tanta certeza, como um futuro jornalista. Agora eu já tenho tanta certeza de que fiz a escolha certa. É, me desiludi um pouco com o curso de turismo que cursei no primeiro semestre de 2004. Um pouco culpa da cidade em que vivi durante este período. Passado! Bobeira dar bola pro passado. Quero mais é viver o presente pra ter um futuro melhor.
Pretendo me manter "anônimo", sim. Não gosto de me expor para os outros. Não gosto que os outros tenham idéias de mim sem antes me conhecer. Prefiro apenas me preocupar com que, quem já me conhece, pense de mim, sejá lá bom ou ruim. Resumindo, ser vítima de presunções indefinidas não faz parte do meu caráter. De qualquer forma, não espere encontrar aqui um diário pessoal. Não! Escreverei apenas sobre minhas idéias. Bom, leia-se por idéias críticas, artigos, notícias, enfim, informações. Sobre o que? Difícil dizer. Na verdade nem eu sei bem ao certo, mas uma coisa posso lhes adiantar: mundo. Como pra meio entendedor meia palavra basta, é tudo o que digo sobre.
Tá bom, um pouco sobre mim (pelo menos profissionalmente falando) vou dizer. Estudante de jornalismo. E não, não gosto de escrever nem muito menos ler romances. Ah, os romances. Coisas chatas escritas de forma complicada e sobre estórias incertas. Quanta tolice. De qualquer forma, quem disse que pra ser jornalista deve-se gostar de escrever e ler romances? O povo gosta mesmo é de criar estereótipos, não é verdade? Isso me chateia! Eu gosto mesmo é de toda a "máquina" que move o mundo. Eu disse o mundo, não o Brasil. Portanto, não gosto muito de política nacional. Aliás, quem gosta de uma coisa que a cada dia desilude mais nós, pobres pecadores? Mas pra dizer que não sou por fora, sei que nosso presidente chama-ser Luiz Inácio Lula da Silva e que o ex ministro da Fazenda era Antonio Palocci Filho. Lembro muito bem dele por ter sido prefeito de uma cidade vizinha, Ribeirão Preto. Tem a língua presa, fala engraçado. Palocci...um nome que não me esqueço. Talvez por ter visto bastante seu nome no ano que eu votei pela primeira vez, com 16 anos se não me engano. Curso segundo ano do curso. Minha classe vai ser a primeira turma a se formar em 2008, depois que o curso foi fechado em 2004 por problemas, diga-se, internos. Entre alunos e professores. E não pensem que estes atritos acabaram. Já brigamos muito, em vão, por melhorias. Mas acredito que pra melhorar é só, como se diz, se nascer de novo! Ou seja, não tem jeito mesmo. Uma saída? Transferir, quem sabe. Odeio a faculdade (ou melhor, universidade). Talvez uma das piores instituições de ensino do Brasil. Quero dizer, ela é referência em alguns cursos, mas pra área de Humanas, pelo menos, deixa muito a desejar. Vale lembrar que nas carteirinhas dos estudantes, neste ano, veio escrito suspenção de aulas. E pra tentar corrigir o erro, houve uma raspagem na parte traseira, onde estava escrito, de cada uma. É claro que não entreguei a minha. Pra mim é um mérito poder gozar de quem nem sequer se preocupa em dar a melhoria que merecemos. E mais: uma pessoa docente se preocupou em dizer, pra minha classe, que realmente houve revisões das carteirinhas assim que elas chegaram nas mãos dos responsáveis. O que quero dizer é que, mesmo partindo de uma empresa terceirizada, elas nunca deveriam ter chegado em nossas mãos com um erro grotesco.
Bom, mas isso já é assunto pra outra hora. Agora tenho que voltar a trabalhar. Infelizmente um trabalho chato. Não é da minha área. Mas vou parar com minha comodidade e vou atrás do que me interessa.
O nome? Meio que espontâneo mesmo...Unindo o útil ao agradável, já que me interesso por metrôs, trens e afins. Além disso, o fato de me manter anônimo também se encaixa neste underground, subterrâneo. Traduzindo: vivendo no subterrâneo! Não preciso dizer muito. Tá certo que a idéia inicial partiu da música da banda industrial/EBM Bakterielle Infektion, Living in the Underground. Gostei e aderi, só isso!
Por ora é só.
Escrito por Cyborg L² às 14h33
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